NINGUÉM CRESCE SOZINHO, DESENVOLVA SEU TIME.

Escrito por Fernanda Duda

Por mais moderna que seja a tecnologia utilizada, não existe empresa sem pessoas. E qualquer empreendimento, ainda que erguido por uma única mente, precisará de um time para continuar crescendo. O dinamismo do mercado exige que empresas e trabalhadores estejam sempre se aperfeiçoando para atender às necessidades do consumidor, e isso requer um bom trabalho em equipe. A fim de otimizar esse trabalho conjunto, membros motivados e líderes atentos às particularidades de cada um são peças indispensáveis.

Para se alcançar o sucesso como empreendedor, existem algumas competências necessárias, estando, sem dúvidas, uma boa liderança de equipe entre as principais. Um ponto importante sobre esse tema é a diferença entre chefiar e liderar. Segundo o autor Mário Donadio, em sua obra “Chefiar, simples assim!”, esses termos não podem ser encarados como sinônimos, mas complementos. Chefes sem atitudes de líderes são desastrosos, e líderes sem conhecimento e habilidades de chefes são perigosos. 

Para o autor, um bom líder deve ser um exemplo, uma referência e uma inspiração para todos os liderados. Trabalhando para o sucesso do colaborador, consequentemente esse mesmo contribuirá para o sucesso da sua empresa. Por isso, posturas de imposição e superioridade não são adequadas, isso porque, quando você se eleva, automaticamente está rebaixando o outro, e quando isso ocorre, as tarefas não são realizadas com vigor, diminuindo a qualidade e produtividade da empresa. Não seja um gestor com pensamento verticalizado, aprenda a trabalhar com uma dinâmica de feedbacks e discussões horizontalizada.

Além disso, um líder é também um motivador. Motivação é criar estímulos para impulsionar a si próprio ou aos outros para agir a favor de uma meta, e um dos exemplos que pode ser praticado para tanto é o treinamento, a fim de potencializar e envolver o seu time recorrentemente, pois o mercado muda, os valores mudam, e a equipe deve se preparar, a cada momento, para um novo cenário. Tocando nesse ponto, é interessante falar sobre o papel do vendedor, o qual há alguns anos ouvia que sua profissão estava condenada à extinção devido à internet, mas hoje vemos que o quadro é completamente diferente. 

Os vendedores de hoje têm a internet como principal aliada, e um bom treinamento nesse ponto é imprescindível não só para aumentar as vendas, mas para conhecer o seu mercado de atuação e adequar-se à ele. Hoje fala-se na venda consultiva pautada em captadores de listas, com utilização de hunters, e os responsáveis pelo fechamento de contrato, os closers. Nesse ponto, preparar sua equipe para atender às demandas atuais é um diferencial, pois a passagem de bastão dentro da equipe de marketing, vendas e customer success, é crucial para o processo de captação, conversão e, principalmente, retenção da carteira de clientes. 

Nesse sentido, falando em mudança de cenários, o conceito de resiliência emerge como uma grande competência para o sucesso no mundo empresarial, qual seja a capacidade de enfrentar situações críticas e diversificar perspectivas para superá-las. O professor Paulo Yazigi Sabbag, da Fundação Getúlio Vargas, idealizou a primeira escala nacional para avaliar o nível de resiliência de profissionais, a Escala de Resiliência Sabbag (ERS). Ela relaciona 9 fatores dentro do conceito de resiliência com pesos diferentes do maior para o menor. São eles: autoeficácia; solução de problemas; temperança; empatia; proatividade; competência social; tenacidade; otimismo e flexibilidade mental, respectivamente. Com o teste, é possível descobrir os pontos mais fortes e os mais fracos dos profissionais e trabalhá-los separadamente. 

Diante de todo o exposto e tratado a respeito do trabalho em equipe no ramo empresarial, fica claro que ser um bom líder é uma qualidade admirável que faz diferença nos resultados. Embora saibamos que gerenciar pessoas é um desafio, ainda mais estando à frente do seu próprio negócio, é o gerenciamento correto que impacta no desenvolvimento profissional de cada um e, consequentemente, no desempenho da equipe por completo. Trabalhar em conjunto significa fazer sua parte bem feita, para que todos os que dependem do seu trabalho possam ser beneficiados por ele, em especial, a sua empresa. 

OS PRINCIPAIS PEDIDOS RELACIONADOS À JORNADA DE TRABALHO, NA JUSTIÇA DE TRABALHO.

Escrito por Fernanda Duda

As ações trabalhistas são demandas judiciais em que os empregados, insatisfeitos com alguma situação decorrente do vínculo empregatício, acionam a Justiça do Trabalho para obtenção dos seus direitos. Dessa forma, conhecer as causas trabalhistas mais comuns é fundamental para atentar-se aos principais riscos que a sua empresa corre, bem como prevenir-se destas ações. 

Inicialmente, há de se falar na cobrança de verbas rescisórias – direitos reconhecidos por lei para o trabalhador quando sua relação com a empresa chega ao fim. Com a assinatura do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT), ficam redigidas todas as informações importantes sobre o vínculo trabalhista, como a data de admissão, demissão e valores a serem pagos. 

Ocorre que, muitas vezes, devido à falta de registros do empregado, a empresa não realiza esse pagamento de forma correta, atrasando a quitação ou fazendo descontos indevidos, por exemplo. Nesses casos, o artigo 477, §8º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê o pagamento de multa equivalente ao salário do trabalhador. Por isso mesmo, diante do atraso, é comum que os trabalhadores ingressem com uma ação judicial para receber todos os valores.

Outro pedido de grande recorrência diz respeito ao adicional de atividades insalubres. Este é caracterizado quando o trabalhador exerce suas funções exposto a agentes nocivos, estando em níveis acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza, intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos, conforme o art. 189 da CLT.

Todavia, muitas empresas negligenciam essas normas de segurança e deixam de pagar os adicionais, que podem ser de 10% à 40% do salário mínimo. Como consequência, os funcionários ingressam com os processos trabalhistas para receber os valores devidos. 

Por fim, tratando desse tipo de processo judicial, é imprescindível explanar acerca do pagamento de horas extras aos colaboradores, pedido que encontra-se em 2° lugar no Ranking de Assuntos mais Recorrentes no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Setembro de 2021, com 31.285 processos. 

Toda hora excedente trabalhada além da jornada descrita pelo contrato de trabalho configura hora extra. O seu valor, em conformidade com o artigo 7º da Constituição Federal, inciso XVI, é de no mínimo 50% superior à hora normal, e a principal dificuldade relacionada a esse pagamento é a falta de um registro eficiente das horas trabalhadas, ou por irregularidades no banco de horas implementado.

Diante de todo o exposto, ao atentarmos para os principais pedidos relacionados à jornada de trabalho, não resta dúvida da importância e necessidade de um sistema de controle efetivamente capacitado para fornecer à empresa a segurança jurídica que precisa ter. Verbas rescisórias, adicional de insalubridade e, principalmente, pagamento de horas extras, são causas que podem ser evitadas com um bom controle de jornada de trabalho.

É nesse sentido que entra o Faceponto. Um gerenciador inteligente que traz segurança ao empresário, resguardando-o de processos judiciais indesejados, muitas vezes com causas e valores absurdos. Apostar em um sistema digital seguro permite aos gestores uma liberdade maior para gerir outras áreas importantes do seu negócio, tendo toda a documentação e controle da jornada de trabalho dos seus colaboradores a um clique.

O que é ser omnichannel e qual sua importância na atualidade

Escrito por Chiara do Vale / Raphael Rodrigues

A última década foi marcada por uma onda de transformação, com um crescimento vertiginoso da internet e o surgimento de novos canais de comunicação. Diante dessa nova disrupção tecnológica as empresas precisaram reestruturar as suas operações para se adequarem à esta nova realidade com necessidade de melhoria da experiência do cliente, e possibilidade de adequação aos diferentes canais de comunicação para atendê-lo, não sendo mais cabível se restringir ao velho atendimento telefônico.

Como forma de evitar situações, como a falha de comunicação ocasionada pelo bug de algum canal, é necessário atentar para a criação de uma rede de comunicação integrada, pois nenhuma empresa deveria ser refém de um único canal para manter a relação com os seus clientes. Para isso, as empresas perceberam que seria necessário investir na Omnichannel para proporcionar uma melhor experiência do cliente e obter mais segurança.

Com divergências sobre como, e quando, foi criado, o omnichannel nasceu como forma de proporcionar uma experiência otimizada ao cliente, em todos os canais, seja no domínio digital ou físico. Ainda hoje é um assunto muito discutido dentro dos grandes negócios. Porém ao longo do tempo o termo foi evoluindo e chegando ao que conhecemos hoje.

Atualmente o termo “omnichannel” refere-se à integração realizada pela empresa para manter o contato com a sua base de clientes, independentemente do canal utilizado para realizar um pedido ou se conectar com prestadora de serviço. 

Para isso, a organização precisa investir na estruturação de sua máquina de vendas, com o intuito de gerar a integração de seus diferentes canais, indo desde a captação dos seus leads, nutrição e qualificação de sua base, seguindo para a sua conversão. 

Porém, é importante não seguir a dica de alguns ditos “gurus”, que preconizam o direcionamento de todo o seu tráfego para apenas uma rede de conversão (principalmente quando falamos de empresas que atendem ao B2B), como, por exemplo, um Whatsapp, a sua plataforma deve ser o fim, e não as redes alheias, quer exemplo maior do que os últimos bugs, onde todas as redes vinculadas ao Facebook ficaram fora do ar? Se seu tráfego pago, ou orgânico, estivesse direcionado para conversar com sua equipe de vendas no Whatsapp, você estaria perdendo dinheiro!

Diante da queda dessas redes, muitos negócios simplesmente pararam de funcionar, por ter como base esses canais de comunicação e não terem optado por tornar sua empresa omnichannel, ou seja, presente em vários canais digitais e físicos de forma integrada, voltada para a melhor experiência do consumidor. 

O que podemos, e devemos,  aprender com os fatos ocorridos nos últimos dias é que, não é mais possível, no mundo digital, depositar todas as fichas da sua empresa em um único canal de conversão digital, sendo importante trabalhar diferentes frentes de direcionamento do seu atendimento, através de redes sociais, para melhoria do alcance de sua marca, e captação de leads, landing page para captação e direcionamento para material de nutrição e informacional, para nutrir e transformar esse MQL em SQL, e aí por diante, até que ele caia no seu site, e seja direcionado para a equipe de vendas. 

E agora, sua empresa vai continuar no passado ou avançar para o futuro? 

Privacidade e segurança na era da informação

Por Chiara do Vale

Com o advento da internet observamos um intenso progresso informacional em todas as áreas, como, por exemplo, na comunicação, tecnologia, ciência, dentre outros. Nesse ambiente de avanço que a sociedade se encontrava, e ainda se encontra, diversos setores se desenvolveram em nível nunca antes observado na história da humanidade. 

No entanto, com todo esse progresso surgiram, também, diversas problemáticas mundiais, principalmente no que se diz respeito a segurança das informações veiculadas no meio cibernético. 

Nos últimos anos nos deparamos com inúmeros escândalos relacionados ao vazamento de dados por grandes empresas do setor da tecnologia, como foi o caso da multimilionária empresa do Mark Zuckerberg, o Facebook. Em novembro de 2016, Donald Trump foi eleito nos Estados Unidos, fato que contrariava todas as pesquisas realizadas na época. 

Meses depois se tornou de conhecimento público que a empresa Cambridge Analytica utilizou dados pessoais de usuários do Facebook para fortalecer sua campanha eleitoral através de publicidade. Esse escândalo ganhou escala mundial, fazendo com que todos os olhos do mundo se voltassem para essa grande problemática moderna: a privacidade e a segurança de dados. 

Dois anos depois, em 2018, nasceu no Brasil a Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD.  

O que é a Lei Geral de Proteção de Dados?

Essa lei, é um marco legal de extrema importância para a proteção, o uso e o tratamento de dados pessoais pelas organizações brasileiras. Para entendermos a LGPD, é necessário, inicialmente, compreender o conceito de dados pessoais e quais são esses dados. 

A lei define dados pessoais como: qualquer tipo de informação relacionada a um indivíduo que possa, de forma isolada ou em conjunto com outros dados, definir sua identidade.

Alguns exemplos de dados pessoais são: 

  • nome;
  • endereço; 
  • endereço de e-mail; 
  • dados de cadastro; 
  • telefone; 
  • número de documentos (RG, CPF, entre outros); 

Com a LGPD fica proibida a utilização desse tipo de dados para fins de marketing sem a prévia autorização do utilizador. Essa regulamentação é de extrema importância, pois preenche uma grande lacuna legal e evita que situações como as que ocorreram no passado se repitam.

As empresas já estão atualizadas em conformidade com a LGPD? 

Nesse sentido, as empresas estão buscando se atualizar rapidamente, porém, por se tratar de um momento de transição, muitas delas ainda não se adaptaram a essa nova realidade. Ao contrário de grande parte das empresas, a Faceponto, devido ao seu vasto respaldo jurídico, conseguiu, velozmente, adaptar-se a essa importante inovação para o mercado tecnológico e jurídico obedecendo todas as regras estabelecidas na LGPD. 

Com isso, a Faceponto oferece, além de um gerenciador de jornadas extremamente eficiente, onde a empresa pode centralizar toda a gestão de RH, um armazenador de dados, onde seus clientes são capazes de utilizar tais informações para a construção da sua estratégia de inteligência de negócios. 

O sistema Faceponto está, desde o início de 2021, inteiramente adequado à lei geral de proteção de dados para te ajudar com os dados da sua empresa e te proteger de possíveis problemáticas legais, atenuando, drasticamente, as preocupações referentes ao vazamento de dados e questões de privacidade. 

Melhoria na jornada de trabalho ajuda a salvar o planeta

É fato que o processo de otimização da jornada de trabalho traz economia para as empresas, e isso fica evidenciado pela redução do tempo de trabalho da equipe, que não só diminui o montante financeiro repassado para quitação de horas extras, como também torna o ambiente de trabalho mais saudável, reduzindo a insatisfação da equipe, Burnout, e queda de produtividade. Pois é, atingir o sucesso não se trata de gastar mais energia, e sim de direcioná-la de forma racional.

Um dos objetivos das grandes corporações é o foco na redução da emissão de carbono, que acarreta melhoria na competitividade, possibilidade de  acesso a créditos especiais, e a inserção da empresa no rol dos negócios sustentáveis, melhorando a sua imagem perante a sociedade.

Com isso, chegamos no ponto chave desse artigo, que é a redução da emissão de carbono pela melhoria da jornada de trabalho. Um estudo realizado pela Universidade Amherst de Massachusetts mostrou que se passássemos 10% menos tempo no local de trabalho, seria possível reduzir em 14,6% a nossa pegada de carbono. E caso seja possível estabelecer um dia da semana para realização de trabalho home office, o índice de redução da emissão de carbono cairia em quase 30%.

Para os negócios que conseguem utilizar o sistema híbrido de trabalho, será possível vislumbrar a redução no uso de transporte para deslocamento dos colaboradores até o ambiente de trabalho. E, ainda, a diminuição do consumo de snacks e outros alimentos industrializados, cuja produção desempenha um papel relevante na emissão de carbono, e que geralmente são consumidos nos intervalos da jornada. É fato, que na maioria dos casos, comer em casa significa comer melhor.

Para as empresas que desempenham atividade essencial, a otimização da jornada é um grande passo para o controle da emissão de poluentes. Otimizar o tempo do colaborador dentro da empresa, gerando redução de tempo da jornada, conforme os dados supracitados, será de grande valia, possibilitando a melhoria da imagem para o seu público, e realização de endomarketing, o que promoverá o aumento do engajamento, e satisfação dos seus colaboradores.

Diante de toda essas informações, fica ainda mais evidente que a melhoria na gestão da jornada de trabalho da sua equipe não só será muito boa para a saúde financeira do negócio, assim como para o aumento  da produtividade de sua equipe, e a possibilidade de desenvolvimento do marketing com foco na sustentabilidade. Pense nisso: Empresas sustentáveis lucram mais!

Como construtoras e concreteiras podem melhorar o controle da jornada dos seus colaboradores?

É fato que um  dos setores-chave do desenvolvimento nacional é o da construção civil, sendo responsável pelo maior índice de contratação de mão-de-obra no período de pandemia. Porém, ao mesmo tempo que os números apontam para o crescimento do setor, identificamos um dado alarmante: cerca de 20% dos processos trabalhistas que chegam ao TST são da atividade industrial, setor que abarca a construção civil. 

                Sendo ainda mais específico, o TST aponta para o fato de que a demanda mais recorrente nos processos recebidos, é a contabilização indevida de horas extras, e isso acarreta para as construtoras, e concreteiras, um efeito cascata, que se inicia com a ocorrência de um processo específico, de um demandante, que mobiliza um rol de testemunhas, via de regra com passagem pela empresa, e que tem grande chance de se tornar um novos processo na justiça do trabalho.

                Diante do cenário, deve-se levar em consideração uma peculiaridade do direito trabalhista, que é a ocorrência da inversão do ônus da prova, onde compete à empresa provar que os argumentos trazidos pela outra parte não estão em consonância com a realidade. Um dos problemas encontrados dentro das empresas diz respeito à falta de centralização da documentação dos colaboradores, o que acarreta extravio de alguns desses comprovantes, como folhas de ponto, e atestados.

                Outro agravante se deve à utilização de sistemas tradicionais de controle de jornada, que impossibilita o monitoramento dos colaboradores que trabalham externamente, como operadores de caminhão-betoneira, operadores de bomba de concreto, dentre outras funções, o que acarreta ausência da marcação de ponto do intervalo intrajornada, e que entra na folha através de manipulação do sistema.

                Quando adentramos no cerne da contabilização da hora extra, identificamos a falta de um sistema que centralize o monitoramento das horas trabalhadas, onde a equipe de recursos humanos acaba apenas replicando informações, e que para realizar a análise das batidas, tem que computar, manualmente, diversas adequações e atualizações.

                Como forma melhorar tais problemas, a inteligência artificial aparece como principal melhoria no processo de controle da jornada de trabalho, com monitoramento através do reconhecimento facial e georreferenciamento. Através dessa tecnologia, é possível que o colaborador efetue a batida de ponto mesmo estando em rota de entrega de produtos, ou trabalho externo, sempre que autorizado pela gestão da empresa. Com a realização das batidas, o sistema monitora o controle do banco de horas, que pode ser administrado pelo departamento de recursos humanos, possibilitando a melhoria da gestão da jornada. E, por fim, torna-se possível colocar toda a documentação, referente à jornada de trabalho, dentro do próprio servidor, e puxar tudo com apenas alguns cliques, evitando-se o extravio ou perda de documentos.

                Nesse cenário, é importante levar em consideração que a incorporação de melhorias tecnológicas, muitas vezes mais baratas do que os sistemas convencionais, acarretam o aumento da produtividade da equipe, melhor gestão da rotina laboral, maior segurança jurídica, pela centralização das informações, assim como melhoria do controle estratégico da jornada de trabalho. Lembre-se, os processos trabalhistas podem acarretar despesas jurídicas altas, e desgastes desnecessários, opte sempre pela prevenção, e pela redução de problemas futuros. Sua cabeça tem que estar focada no melhor desempenho de suas atividades, e não em problemas evitáveis.

Cocriação – A estratégia 4.0

Trazendo o ano de 2020 para os negócios, podemos dizer que a palavra-chave foi “resiliência”. Uma das principais demandas das empresas foi a necessidade de realização de transformação digital, virando a chave, e entrando numa nova realidade de mercado, onde, além de facilitar o processo de compra e venda, foi necessário vislumbrar se aquele mercado estaria propenso a seguir comprando os seus produtos.

Como forma de reduzir os impactos, muitas empresas se reinventaram e adentraram em mares, até então, inexplorados. Existem diversos casos que podemos citar, mas um que nos chamou bastante a atenção foi o de um salão de beleza que se tornou mercado de produtos orgânicos, como forma de manter a sua equipe empregada, e “hibernar” enquanto a demanda não normalizava.

Muitos amigos nos abordam para saber como o Faceponto manteve um crescimento exponencial no período de crise, e o que vem à mente, até como forma de auxiliar outras empresas é apresentar o princípio da cocriação. O empresário é conhecedor do seu negócio, e é imprescindível manter a comunicação com os seus clientes, uma vez que de tempos em tempos as necessidades mudam, e o seu negócio deve acompanhá-las. Logo, você é a pessoa apta a analisar as fraquezas do seu negócio, transformá-las em diferencial competitivo

Através da análise do NPS, e das indicações de melhoria dos nossos clientes, mantivemos o sistema compatível com o esperado pelo nosso público, o que acarretou um índice de aprovação mensal acima do verificado em mercado, e consequente redução do churn. Com isso, conseguimos fidelizar nossa carteira de cliente, e abarcar os leads que constavam em carteira para fechamento há algum tempo.

Além das melhorias no sistema, vislumbramos demandas mercadológicas ociosas que foram incorporadas ao nosso mix de serviços, o que favoreceu a ocorrência de upsell e cross sell. Por fim, as participações em editais de relevância nacional nos levaram a um processo de aceleração do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, com um aporte financeiro que possibilitará a operacionalização em todo o território nacional de forma ainda mais rápida.

Lembre-se, a sua empresa tem uma identidade empresarial que será o seu alicerce, porém, isso não significa imutabilidade. A perpetuidade do negócio muito lembra o paradoxo do navio de Teseu, onde, numa longa viagem, o navio teve suas peças desgastadas substituídas, como forma de evitar possíveis danos, e ao chegar no seu destino, constatou-se que o navio não era mais o mesmo. O que torna o navio que saiu do porto igual ao que chegou no outro extremo não são as peças, e sim a sua essência, a sua equipe. Pense nisso!

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